terça-feira, 7 de julho de 2015

Diretrizes gerais — Cedecom UFMG



Em atendimento à Fase 01 do Sentidos TV UFMG, nos dias 06, 07 e 13 de julho, a diretoria do Centro de Comunicação da Universidade Federal de Minas Gerais — Cedecom UFMG se reuniu com a equipe da TV para uma conversa acerca das diretrizes gerais do Centro para o desenvolvimento do Sentidos.


As principais considerações apresentadas pelo diretor do Cedecom, Marcílio Lana, e pela diretora adjunta, Tacyana Arce, foram:


1) O que é universidade hoje? 
— priorizar leituras e discussões acerca do que é uma universidade no contexto contemporâneo, quais são os desafios da Universidade e da sociedade em geral;

2) O que é ser e fazer TV hoje? — refletir tanto nas práticas, quanto nas produções sobre o que é e como é ser TV no mundo contemporâneo, em um cenário de alterações na produção, acesso e circulação dos conteúdos audiovisuais. É importante repensar também, em um sentido mais amplo, acerca do que é ser e fazer comunicação hoje;

3) Ecologia do Cedecom UFMG/trabalho compartilhado — refletir sobre a convergência midiática e sobre como as produções e a equipe da TV UFMG vão dialogar com os demais núcleos do Cedecom UFMG;

4) Repensar os produtos — considerar as novas mídias, mas entender a diferença entre "produzir para" e "divulgar em";

5) Repensar os modelos de produção — encontrar novas formas de produção e circulação dos conteúdos, mas não se esquecer de que isso não significa ter ojeriza dos modelos tradicionais. Além disso, considerar a estrutura e a criatividade para que o planejamento contemple o que é possível de se produzir.

6) Perspectiva colaborativa/não personalista — realizar formas de produção que se integrem e que dialoguem com a comunidade acadêmica da UFMG, efetivando, assim, produções do coletivo da Universidade;

7) Direção extensiva — atuar em um movimento poroso com a comunidade acadêmica da UFMG, em relação dialógica e com consciência institucional;

8) Transparência da ocupação do espaço audiovisual — refletir e propor formas de tornar a ocupação do espaço audiovisual transparente dentro da Universidade, pensando em maneiras de estreitar a conexão com a produção da comunidade e os critérios para atendimento a pedidos de produção audiovisual.

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